Sobre o Sofrimento

“Nem toda ostra produz pérola. Só a ostra que sofre produz pérola. Porque a ostra para produzir a pérola tem de ter um grão de areia. Tem de ter uma coisa que a irrite. E assim, ela vai produzir a pérola para deixar de sofrer. Ela vai trabalhando aquele ponto agudo e cortante até que ele seja envolvido por uma coisa lisinha, que é a pérola. Em muitas de minhas histórias, eu fui uma ostra que produziu a pérola porque eu tinha um grão de areia que me cortava. Eu me lembro de um dia, seis hora da manhã, eu estava dormindo ainda e minha filha Raquel de três anos de idade me acordou e eu perguntei para ela o que foi. Ela me disse: ‘papai quando você morrer, você vai sentir saudades?’. Ah, como doeu… Doeu demais. Que pergunta. Que grão de areia terrível, pontudo: ‘papai quando você morrer, você vai sentir saudades?’. Eu não sabia o que dizer para ela. Eu nunca imaginei que uma criança de três anos fosse dizer uma coisa assim. Eu fiquei mudo. E ela disse: ‘não chore porque eu vou te abraçar’”

Rubem Alves

O segredo da comunicação livre

É muito comum no processo de coaching descobrirmos que o que queremos transformar em nosso comportamento externo está intimamente ligado a uma forma inconsciente de nos comportarmos conosco mesmos. Ficou complexa esta frase. Vamos exemplificar.

 

Enquanto busco melhorar a minha comunicação com os outros para torná-la mais harmônica ou menos ríspida, descobrirei que imprimo o mesmo tom na forma como converso comigo mesmo. Enquanto busco reduzir a intensidade da crítica que faço aos outros, descobrirei que sou o maior crítico de mim mesmo… e por aí vai. Se não consigo estabelecer uma comunicação aberta sobre meus pensamentos e sentimentos com outra pessoa, é provável que não o faço nem comigo mesmo. O comportamento micro (interno) se amplifica para o macro (externo). De onde concluo: o micro está no macro.

 

A tendência é buscarmos a transformação de fora para dentro. Mudar o comportamento com o outro. Este é um caminho árduo e muitas vezes sem sucesso, se a consciência do que está no micro não mudar. Quero dizer, ao se conscientizar e transformar o comportamento e a atitude consigo mesmo, acontece algo incrível que abre espaço para a mudança no macro, no mundo externo, na relação com as pessoas.

 

Ouvimos sempre que a transformação ocorre de dentro para fora. Colocando em etapas e concretizando esta informação, é exatamente isso que precisa acontecer e nesta sequência:

 

  1. Eu comigo – conscientize-se, deixe a ficha cair. Perceba como você lida consigo mesmo. Qual é o diálogo interno e qual o tom da voz que você mais repete internamente. Depois encontre uma forma de exercitar a mudança neste âmbito. Se sua questão é se abrir, tente contar para você mesmo o que você pensa e sente sobre acontecimentos que te marcaram, fale de seus sonhos, seus objetivos. Escreva a respeito. Não caia na armadilha de julgar o resultado, caso contrário o crítico continua atuando. Neste exemplo, o objetivo é se abrir, deixar fluir e não produzir uma obra literária. Se o seu objetivo é reduzir a crítica, experimente mudar o foco e sair do que falta alcançar, para o que você já tem. Passe a olhar o que faz de bom, parabenize-se, agradeça, sinta-se bem e orgulhoso com o que faz. Objetivo aqui é perseverar na mudança da voz interior. Até criar um novo hábito.
  2. Eu com o outro – ao passar pela etapa 1, muitas das barreiras na relação com o outro cairão. Você será mais compassivo e consciente. Dificilmente reagirá no automático. Agora apenas arrisque-se para praticar com o outro o que já vinha praticando consigo mesmo.
  3. Eu com todos – ao sentir-se mais seguro de que é capaz de se comunicar naturalmente com o outro e observar os frutos desta interação, você conseguirá se expor em grupos e até mesmo para o público em geral. Neste ponto, é necessário o desenvolvimento da autoconfiança e principalmente da certeza de quem você é. Uma segurança de que mesmo que você erre e até fale besteira, você será perdoado e aceito (principalmente por você mesmo).

 

O mundo está à espera de ouvir o que você tem a dizer, conhecer as soluções que você pode ajudar a criar. Seus talentos + experiência e forma de expressá-los são únicos e todos têm a ganhar com eles. Sua realização será maior, seu trabalho terá mais impacto, os outros se beneficiarão.

 

Muitas vezes, pensamos que o nosso natural é a não expressão, ou a expressão inconsciente e automática que queremos alterar. Frases como: sempre fui assim. Não consigo fazer diferente. Refletem apenas a não consciência de que você pode alterar este comportamento aprendido. Aprendido com as pessoas que convive ou conviveu, com a própria sociedade e sistema educacional. Nas escolas, de forma geral, aprendemos a repetir o pensamento dos outros. O conhecimento é medido de acordo com a memorização. O quão fiel você é capaz de repetir o que outros disseram ser o correto. Não fomos incentivados a pensar, criar e muito menos a expressar o pensamento original e único. E muitas crianças que tentam são repreendidas, humilhadas ou ridicularizadas. Dessa forma, aprendemos a repetir apenas o que será aceito sem riscos e a guardar o que autêntico e pode causar incômodo. Em resumo, quero dizer que é necessário desaprender este condicionamento, para aí sim aprender a pensar e se comunicar de forma segura e sem medos.

 

Deixe fluir e alimente a energia do amor próprio, este é a base para você desenvolver a comunicação livre. Vá na contra-mão do que aprendeu até aqui:

  • Entenda e reconheça o seu real valor e saiba que críticas externas sempre virão. Separe o que é crítica ao que você diz e faz. Elas não atingem e nem mudam quem você é. Elas somente representam o que o outro pensa.
  • Ouça, feedbacks são bem vindos e nos ajudam a crescer.
  • Tenha compaixão consigo mesmo, permita-se errar e não saber.
  • Tenha confiança em iniciar, não espere o melhor momento, ou estar pronto para… isso não existe! (hahaha demorei aprender isso)
  • A comunicação é uma dádiva. A comunicação com uma boa intenção é muito poderosa.
  • O aprendizado acontece no fazer e principalmente na interação com outras pessoas.
  • Você pode ler milhares de livros, ter muitos diplomas, mas só se tornará mestre no que praticar e trocar com outras pessoas!

 

Sabe aquele nó na garganta? O coração disparado…

Seu espírito querendo se expressar. Ajude-o a ser livre. Vale a pena!!

 

Nunca estamos a salvo da crítica dos demais

Um homem estava viajando com o filho e um asno. O pai ia montado no asno e o filho o conduzia.

– Pobre jovem – disse alguém que passava ao lado, – suas perninhas mal podem acompanhar o ritmo do animal. Como se pode viajar tão à vontade vendo que o pequeno se esgota caminhando?

Isso tocou o coração do pai, que desmontou imediatamente e colocou o filho sobre o asno.

Não passou muito tempo até que outro exclamasse:

– Que vergonha! O malandrinho viaja como um sultão montado no asno, enquanto seu pobre pai ancião tem de ir à pé!

Isso magoou o menino e ele pediu ao pai que montasse na garupa.

-Oh, onde já se viu absurdo igual! – resmungou uma mulher ao ver a cena. – Mas que crueldade! Desse jeito, quebram a coluna do pobre asno e os dois vadios, o velho e o menino descansam sobre ele como se fosse um divã. Pobre animalzinho!

Arrependidos, desmontaram do asno sem dizer uma palavra. Mas haviam dado alguns passos atrás do animal, quando um desconhecido se riu deles e perguntou

-Vocês estão levando o asno para passear?

O pai, enquanto dava um punhado de palha ao burro, dirigindo-se ao seu filho, comentou:

-Não importa o que façamos, nunca estaremos a salvo das críticas dos demais.


 

Conto Sufi do livro:

Era uma Vez … os contos como terapia

Editora: Instituto Girasol do Brasil

Nasrudin e a chave perdida

Alguém viu Nasrudin procurando alguma coisa no chão.

“O que é que você perdeu, Mullá?”, perguntou-lhe.

“Minha chave”, respondeu o Mullá.

Então, os dois se ajoelharam para procurá-la. Um pouco depois, o sujeito perguntou:”Onde foi exatamente que você perdeu esta chave?”

“Na minha casa.”

“Então por que você está procurando por aqui?”

“Porque aqui tem mais luz.”

 

(Conto Sufi)

O verdadeiro valor do anel

Venho até cá, mestre, porque me sinto tão tacanho que não tenho vontade de fazer nada. Dizem-me que não presto, que não faço nada bem, que sou lento e estúpido. Como posso melhorar?
O que posso fazer para as pessoas me valorizarem mais? O mestre sem olhar para ele disse:
– Lamento meu rapaz, não posso ajudar-te. Primeiro, tens de me resolver o meu próprio problema. Talvez depois, mais tranquilo, eu te possa ajudar.
– Com todo o prazer mestre – gaguejou o rapaz, ainda mais descrente, pensando – “nem o mestre torna as minhas necessidades prioritárias…”
– Bom, continuou o mestre tirando o anel que trazia no dedo mindinho da mão esquerda. Dando-o a rapaz acrescentou: Pega o cavalo que está lá fora e vai ao mercado. Tenho de vender este anel porque tenho de pagar uma dívida. Tens de o vender pelo maior valor possível e não aceites menos de 1 moeda de ouro.
O jovem pegou no anel e partiu. Logo que chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos comerciantes, que o fitavam com interesse, até quando o jovem falava quanto queria por ele. Assim que ele falava na moeda de ouro alguns riam-se, outros viravam-lhe a cara e só um velhinho amável lhe explicou que 1 moeda de ouro era muito valor para trocar por um mero anel. No máximo oferecia-lhe, por bondade, 2 moedas de prata.
Depois de oferecer o anel a todas as pessoas que se cruzavam com ele no mercado o jovem regressou abatido pelo cansaço, montando o seu cavalo, completamente destroçado. Tudo o que ele mais desejava era uma moeda de ouro para que pudesse ajudar o seu mestre e receber finalmente o seu conselho e ajuda.
Entrou no quarto do sábio e disse:
– Mestre, lamento muito. Não é possível fazer o que me pedes. Talvez conseguisse 2 ou 3 moedas de prata, mas não creio que conseguisse enganar as pessoas quanto ao verdadeiro valor do anel.
O que dizes é muito importante jovem amigo – respondeu o mestre sorridente – Primeiro temos de conhecer o verdadeiro valor do anel. Torna a montar o teu cavalo e vai ao ourives. Diz-lhe que pretendes vender a jóia e pergunta-lhe quanto ele está disposto a oferecer. Mas não a vendas. Qualquer que seja o valor que ele ofereça, volte com o meu anel.
O jovem tornou a cavalgar.
O ourives inspeccionou a jóia à lupa, observou, pesou e respondeu ao rapaz:
Diz ao teu mestre, que, se a quiser vender agora mesmo, não posso oferecer mais que 58 moedas de ouro. Talvez se a quiser vender com mais tempo lhe ofereça 70 moedas mas se a venda é urgente…
– 58 MOEDAS DE OURO? – o jovem cavalgou emocionado a alta velocidade para casa do sábio para lhe contar a novidade.
– Senta-te, disse-lhe o sábio depois do ouvir – 
Tu és como esse anel: uma jóia valiosa e única. E como tal só podes ser avaliado por um verdadeiro perito. Porque é que vives à espera que qualquer pessoa descubra o teu verdadeiro valor?
E dito isto voltou a pôr o anel no dedo mindinho da sua mão esquerda.
(Conto Sufi)
Livro Era Uma vez…
Os contos como terapia
Instituto Girasol do Brasil

 

As 5 linguagens do amor das crianças de Gary Chapman

Uma das maiores necessidades do ser humano é sentir-se amado. Nascemos com um tanque emocional a espera de ser cheio de amor. Principalmente na infância, os principais provedores deste amor são nossos pais. Eles expressam seu amor de alguma forma e nós o compreendemos. O toque, a suavidade da voz e os cuidados serão percebidos como combustíveis deste tanque emocional.

À medida que a criança cresce ela passa a ter uma preferência por uma linguagem específica para receber amor, ou perceber o amor que lhe é transmitido. E nem sempre a forma preferida pela criança, é a mesma utilizada pelos pais para demonstrar seu amor. Muito embora o amor se faça presente nos corações dos pais, algumas crianças não conseguem ter sua necessidade de se sentir amadas suprida, permanecendo com o tanque emocional vazio.

Como existem diferentes formas de expressar amor e todos nós temos uma forma principal de perceber e demonstrar amor. A compatibilidade das linguagens utilizadas para dar e receber será fundamental para conseguirmos a difícil tarefa de fazer nossos filhos e cônjuges se sentirem amados incondicionalmente. Amor incondicional é completo, aceita o outro pelo que ele é e não pelo que ele faz, não deve ser condicionado a comportamento. Pesquisas mostram que crianças que chegam na adolescência com seus tanques emocionais cheios, enfrentam esta fase com mais serenidade e se tornam adultos mais seguros e felizes.

Um ponto importante é não nos esquecermos de nós mesmos, pois precisamos ter nosso tanque emocional cheio para conseguirmos transbordar e compartilhar verdadeiramente o amor com as outras pessoas.

Procure identificar qual é a sua forma preferida de receber amor. Depois procure identificar qual é a forma preferida dos seus filhos e das pessoas que você ama. Avalie se vocês estão conseguindo se comunicar da melhor forma. Segue abaixo um resumo das 5 linguagens do amor:

  1. Contato físico – em se tratando de criança, a linguagem muito comum de ser percebida por elas é o toque. Abraços, beijos e contato físico durante uma brincadeira, serão bem recebidos como fonte de amor e carinho. Mas quando eles viram adolescentes, isso já pode parecer um mico ou meio inconveniente se for feito em público… precisamos estar atentos ao momento ideal.
  2. Palavras de afirmação – “Se o meu pai me ama? Claro que sim, disse Felipe de 14 anos. Quando ele vai ao meu jogo de futebol ele diz: parabéns por ter jogado com determinação! Às vezes, cometo erros, mas ele fala pra eu não me preocupar e continuar fazendo o meu melhor”. Felipe reconhece o amor do pai através de palavras de afirmação.
    Palavras de afeto, elogio, encorajamento, palavras positivas de instrução, todas expressam a mesma frase: “eu me importo com você”. Tais palavras são como uma chuva morna e gentil irrigando o solo. Elas nutrem o senso interior de valor e segurança da criança. Por outro lado, palavras que ferem, ditas de forma intempestiva, irão prejudicar a autoestima e irão por em dúvida a capacidade da criança.
  3. Tempo de qualidade – é o presente do tempo do pai ou da mãe junto do filho. Naquele momento a criança se sente a pessoa mais importante do mundo. Tem o pai ou a mãe todinho pra ela. Natan, de 8 anos quando perguntado como ele sabia que era amado por seu pai, respondeu: “meu pai me ama porque ele faz coisas comigo. Coisas do tipo jogar basquete, lavar o carro, ir ao barbeiro juntos.” É o momento da atenção exclusiva que é valorizado. Compartilhar pensamentos e sentimentos. Ter conversas de qualidade. Olhar nos olhos com carinho é um poderoso meio de levar amor do seu coração direto para o coração do seu filho.
  4. Presentes – são uma poderosa forma de demonstrar afeto, se bem utilizada. Presentes devem demonstrar que você se importa. Bilhetes, cartões, flores muitas vezes têm mais significado do que presentes caros. Interessante que pelas pesquisas com as crianças eles aparecem em 4o lugar, como forma de perceber o amor dos pais. Crianças também gostam de dar de presente para os pais os seus desenhos. Importante valorizarmos os presentes recebidos!
  5. Atitudes de Serviço – é o bolo feito com carinho, a comida que a criança gosta, cuidado com a higiene, trabalhar fora, etc. Esta linguagem é muito utilizada pelos pais e uma das menos percebida pelos filhos. Existe uma grande demonstração de amor quando a mãe cuida da casa, das roupas, dos filhos e de todos os detalhes. Em geral, só quando o tempo passa, e os filhos se tornam adultos, eles entendem que muitas vezes a falta do abraço, beijo, palavras e tempo de qualidade se materializou nos cuidados que recebeu dos pais. Importante ficar atento, pois se os pais se expressam apenas através de atitudes de serviço, a criança pode não perceber o amor e permanecer com “tanque emocional” vazio.

As 5 linguagens do amor se aplicam aos relacionamentos de forma geral e o primeiro livro de Gary Chapman foi publicado para casais. Importante você se conhecer para saber qual é a sua linguagem e qual é a do outro. Conversar sobre isto também é fundamental. Afinal, para ser capaz de encher o tanque emocional da outra pessoa você precisa antes ter o seu tanque emocional cheio, ou melhor, transbordando!

Em geral aprendemos a demonstrar amor inicialmente com nossos pais. Se eles não tinham a linguagem do contato físico, por exemplo, teremos uma dificuldade natural com esta linguagem. Mas é possível aprender, desde que você queira e pense que vale a pena, a fim de se comunicar melhor com alguém que você ame.

Sonhos, metas e objetivos, ajude a sua mente!

Sempre ouvimos falar da importância de definirmos metas para o crescimento profissional. Afinal é preciso ter sonhos e definir objetivos claros, pois além de dar mais brilho à vida, traz energia e motivação para o momento presente. Mas nem sempre é fácil conseguir sintonizar a inspiração e olhar para o futuro enquanto o dia a dia nos puxa para resolver problemas no agora.

Grande parte dos profissionais, independente do cargo que ocupam, consideram-se sobrecarregados ou estressados com as atividades do dia a dia. Muitos fazem horas extras e mesmo assim percebem que a produtividade poderia ser melhor. Entretanto, poucos profissionais se dedicam a refletir e planejar sobre o que poderia melhorar sua satisfação e realização profissional. Infelizmente as pessoas estão deixando de sonhar. Ou pensando que insatisfação no trabalho faz parte da vida.

Como ajudar a mente a ter sonhos, metas e objetivos?

Este artigo fala de 4 passos que fazem total diferença para abrir espaço para que o sonho e a vontade de realizar novas metas comecem a florecer.

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Sistemas representacionais – como você aprende?

De acordo com a Programação Neurolinguística, percebemos o mundo, aprendemos e nos representamos através de 4 sistemas: visual, auditivo, cinestésico e digital. Em geral, temos um sistema preferido. Conhecer nosso sistema predominante faz diferença na hora de escolher a função, o ambiente de trabalho e principalmente para aprender com mais rapidez. Além disso, conhecer as preferências do seu cliente ou do seu funcionário pode torná-lo mais efetivo na comunicação. Veja a seguir como reconhecer os 4 sistemas.

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Você está disposto a se conhecer e mudar a vida para melhor?

Para mudar a vida para melhor, é preciso saber onde você quer chegar. Para traçar um caminho, é preciso saber onde você está. Assim, é inevitável o processo de se conhecer melhor (autoconhecimento) para saber o que te faz feliz e o que você precisa mudar.

Muitos falam da importância do autoconhecimento para realização pessoal e profissional. Mas poucos descrevem os sentimentos e as fases que acontecem durante o processo de auto descoberta.

É um misto de céu e inferno. Hora a gente se orgulha e se parabeniza por algumas atitudes e hora a gente se decepciona ao tomar consciência de atitudes e comportamentos que não nos ajudam e apenas nos limitam. Junto a esta constatação vem sentimentos desagradáveis. Para uns decepção, para outros indignação, culpa ou raiva por não ter percebido tal comportamento antes, ou por estar vivendo de forma automática.

Isso é natural e é sinal de que o processo de autoconhecimento está funcionando!

O mais importante é continuar progredindo. Buscar energia e motivação para mudar comportamentos. Definir e executar um plano de ação, desenhado de acordo com seu momento de vida, valores, prioridades e principalmente seus talentos. Não tenha dúvida que será possível sim mudar a vida para melhor.

As estapas são as seguintes:

1) Reconhecer o estado atual  – acontece quando “caem as fichas”. Identificamos sonhos, valores, crenças  e comportamentos que nos limitam e outros que nos fortalecem.

2) Aceitar – muito importante neste momento não procurar justificativa ou culpados externos para as descobertas. “Ajo desta forma por causa do meu chefe ou do ambiente do trabalho “. Pois o fato é: se nenhuma mudança acontecer internamente, mesmo que se você troque de chefe, de emprego, ou até de cidade, o problema não será resolvido. Assim, é preciso reconhecer que você é responsável e aceitar que algo precisa mudar internamente.  Não negar.

3) Se perdoar, se necessário – o passado se foi, não perca tempo imaginando como poderia ter sido diferente. Você não tinha consciência de que tais comportamentos prejudicava você ou outras pessoas, por isto merece se perdoar, dar-se uma nova chance.

4) Buscar motivação – entenda porque é importante pra você mudar comportamentos indesejados e tomar ações concretas. Quanto custa para você não agir? O que você quer atingir?

5) Mudar o que for preciso, agir  – Se continuar agindo como sempre fez, atingirá os mesmos resultados de sempre, por isto, pense na estratégia, planeje e execute. Foque onde você tem o controle. Você é responsável por você. Nunca atrele sua paz ou felicidade ao comportamento de outras pessoas. Você precisa atingir o estágio de máxima independência do ambiente possível.

6) Atingir metas e realizar sonhos. Quando você se conhece, potencializa seus pontos fortes e trabalha nas limitações para romper as barreiras.  Eu diria que vc tem tudo para atingir o que deseja. Existem técnicas que o ajudarão a manter-se motivado e a não se desviar do caminho. O universo irá te ajudar pois ele recompensa quem trabalha de verdade. Certamente você irá aumentar a realização e a satisfação na vida pessoal e profissional.

Chegar ao último estágio é maravilhoso! Vale todo o esforço e incômodo. Mas isto só vai acontecer se você se permitir e der UM PASSO DE CADA VEZ!

Você pode seguir sozinho e ir aprendendo com seus próprios erros, mas o caminho será mais longo e custoso e o risco de desistência é enorme. Cerca de 70% das pessoas em Março já desistiram de suas resoluções de ano novo.

Mas se tiver o apoio de um profissional competente a travessia será mais rápida e com menor probabilidade de desistência.

Você pode seguir em grupo, através de coaching em grupo, se por um lado você não tem atenção individual do coach, por outro ganha-se no apoio e colaboração dos outros participantes.

Não perca tempo, agende uma sessão gratuita e vamos avaliar juntos se coaching pode ajudar você.

Com carinho,

Marilia.